Toda máquina que corta, conforma ou lubrifica metal em alta velocidade lança no ar uma névoa fina de óleo. Em centros de usinagem CNC, prensas, trefiladoras e retíficas, essa névoa oleosa se acumula, cria risco de incêndio, contamina o produto e adoece os operadores. O lavador de névoa de óleo da Fillkplas capta e retém essa névoa na fonte, devolve ao galpão um ar limpo e mantém a operação dentro dos limites da NR-15.
Por que a névoa de óleo é perigosa?
A névoa de óleo não é só sujeira no ar — é um risco de segurança, saúde e qualidade ao mesmo tempo:
- Risco de incêndio: a névoa oleosa concentrada é combustível e, somada às fagulhas e ao calor da usinagem, pode inflamar dutos, coifas e o próprio ambiente.
- Insalubridade grau máximo: a exposição ocupacional à névoa de óleo é enquadrada pela NR-15, com adicional de insalubridade quando ultrapassa os limites de tolerância.
- Doenças dos operadores: a inalação do aerossol oleoso causa problemas respiratórios, e o contato provoca dermatites — passivos trabalhistas recorrentes na metal-mecânica.
- Contaminação e paradas: a névoa deposita óleo em peças, pisos e eletrônicos, gerando refugo, pisos escorregadios e falhas em comandos CNC.
Ou seja, deixar a névoa livre no galpão custa caro em três frentes: acidente, saúde e produtividade. Captá-la e tratá-la na fonte resolve as três de uma vez.
Coalescência + lavagem úmida
O lavador de gases da Fillkplas, fabricado 100% em polipropileno (PP), combina dois mecanismos para reter a névoa oleosa. Primeiro, a coalescência: as gotículas finíssimas de óleo, ao passarem pelo meio de contato e pela camada de anéis Pall-Ring, colidem e se unem em gotas maiores, mais fáceis de separar. Em seguida, a lavagem úmida em contrafluxo captura essas gotas e o material particulado, que são arrastados pelo líquido de lavagem pulverizado.
O equipamento possui sistema de coleta de material em suspensão — óleo e particulado —, o que permite operação contínua sem parar a máquina para limpeza, e um perfil eliminador de gotas tipo onda com 99,7% de retenção na saída. A captação começa na fonte, com coifas e captores sobre os centros de usinagem e prensas, e a vazão é assegurada por ventiladores centrífugos em PP, silenciosos e resistentes. O óleo separado pode ser coletado em tanques em polipropileno, e todo o sistema é dimensionado sob medida, com tecnologia Plug & Play.
CNC, prensas, trefiladoras e retífica
Cada processo da metal-mecânica gera névoa de um jeito, e o dimensionamento acompanha essa diferença:
- Usinagem CNC: o fluido de corte é atomizado pela alta rotação de ferramentas e fusos, formando névoa fina e persistente dentro e fora da máquina.
- Prensas e estamparia: o óleo aplicado às chapas é lançado ao ar por impacto a cada golpe, criando névoa e fumaça oleosa.
- Trefiladoras: a passagem contínua de fio, barra ou tubo pelo lubrificante gera névoa constante ao longo de toda a linha.
- Retífica: o rebolo com refrigerante produz névoa somada a partículas metálicas finas, exigindo retenção de óleo e particulado juntos.
Em todos, o princípio é o mesmo: captar na fonte, coalescer e lavar. O resultado é um ar limpo, menos manutenção nas máquinas e conformidade com a norma. Como cada layout de chão de fábrica é diferente — número de máquinas, distância dos pontos de captação e vazão total —, a Fillkplas dimensiona a coifa, a tubulação e a capacidade do lavador para o seu galpão, evitando tanto o subdimensionamento (névoa que escapa) quanto o excesso de energia.
NR-15 Anexo 13A
Na segurança do trabalho, a névoa de óleo é tratada pela NR-15, Anexo 13A, que baliza a exposição ocupacional a esse agente — com limite de referência da ordem de 5 mg/m³. Ultrapassá-lo caracteriza insalubridade e gera adicional e passivo. O controle atmosférico eficiente é o que mantém a concentração abaixo do limite e afasta esse risco.
O tema se cruza ainda com a NR-12, de segurança em máquinas e equipamentos — que orienta a captação e o enclausuramento de emissões na fonte — e com a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/1981), que consagra o controle da poluição e o princípio do poluidor-pagador. Tratar a névoa de óleo, portanto, atende de uma só vez à saúde do trabalhador, à segurança da máquina e à conformidade ambiental.
Perguntas frequentes (FAQ)
A névoa de óleo realmente representa risco de incêndio?
Sim. A névoa oleosa concentrada é combustível e se acumula em dutos, coifas e superfícies; junto ao calor e às fagulhas da usinagem, torna-se um risco real de incêndio. Captá-la e retê-la reduz essa carga combustível do ambiente.
Qual a diferença entre coalescência e lavagem úmida?
A coalescência une as gotículas finas de óleo em gotas maiores, e a lavagem úmida em contrafluxo captura essas gotas e o particulado com o líquido de lavagem. O lavador Fillkplas combina os dois para reter névoa e partículas metálicas de forma contínua.
O equipamento ajuda a atender à NR-15?
Sim. Ao manter a concentração de névoa de óleo abaixo do limite de referência da NR-15 (Anexo 13A), o lavador contribui para afastar a insalubridade e o adicional correspondente, além de apoiar a segurança na fonte prevista na NR-12.
A Fillkplas projeta e instala em todo o Brasil?
Sim. A Fillkplas projeta, fabrica e instala em todo o território nacional, com equipe técnica própria, desde 1991. Fale com um especialista.
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